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domingo, 20 de outubro de 2019
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domingo, 29 de outubro de 2017
terça-feira, 20 de junho de 2017
terça-feira, 16 de maio de 2017
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Quando o tratamento é mudado pela imagem tridimensional
O caso apresentado neste post é dica e parceria de um amigo querido o Dr. Carlos Daher (@periocarlos). Logo que recebi a primeira imagem enviada pelo Dr. Carlos achei muito interessante. Pensei logo que daria um belo post.
Segundo o Dr. Carlos, a paciente apareceu em seu consultório indicada por outra paciente, com edema e supuração com fístula. Investigando ficou sabendo que havia um implante na região e que na cirurgia para a colocação do mesmo houve a necessidade de enxerto ósseo. Durante o exame clínico com palpação, o implante foi sentido. Mas, um exame complementar, radiografia periapical, foi realizado.

radiografia periapical inicial
Na radiografia periapical observamos discreta imagem radiolúcida na mesial do pino de implante. O que não podemos afirmar com certeza, se tratar de uma não integração, pois a imagem é bidimensional. Então, o Dr. Carlos resolveu solicitar uma tomografia computadorizada.


tomografia computadorizada
Na tomografia foram realizados cortes seccionais de 0,2mm de espessura, com intervalos de 1,0mm entre os mesmos. E assim, observamos que não há recobrimento ósseo na vestibular do pino de implante. Portanto, fez-se necessário a remoção do implante.

radiografia periapical pós-remoção do implante
Este caso, vem nos mostrar que a imagem tridimensional mudou o tratamento.
Quero agradecer ao querido amigo Dr. Carlos Daher pelo belo caso que me confiou para postar aqui no “Te vejo por dentro” enriquecendo o blog.
Segundo o Dr. Carlos, a paciente apareceu em seu consultório indicada por outra paciente, com edema e supuração com fístula. Investigando ficou sabendo que havia um implante na região e que na cirurgia para a colocação do mesmo houve a necessidade de enxerto ósseo. Durante o exame clínico com palpação, o implante foi sentido. Mas, um exame complementar, radiografia periapical, foi realizado.
radiografia periapical inicial
Na radiografia periapical observamos discreta imagem radiolúcida na mesial do pino de implante. O que não podemos afirmar com certeza, se tratar de uma não integração, pois a imagem é bidimensional. Então, o Dr. Carlos resolveu solicitar uma tomografia computadorizada.
tomografia computadorizada
Na tomografia foram realizados cortes seccionais de 0,2mm de espessura, com intervalos de 1,0mm entre os mesmos. E assim, observamos que não há recobrimento ósseo na vestibular do pino de implante. Portanto, fez-se necessário a remoção do implante.
radiografia periapical pós-remoção do implante
Este caso, vem nos mostrar que a imagem tridimensional mudou o tratamento.
Quero agradecer ao querido amigo Dr. Carlos Daher pelo belo caso que me confiou para postar aqui no “Te vejo por dentro” enriquecendo o blog.
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