sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
Imagem Radiográfica da Semana (140)
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
domingo, 11 de junho de 2017
Dente 23
quarta-feira, 15 de março de 2017
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Imagem Radiográfica da Semana (38)
| Radiografia panorâmica digital - CIR (Centro da Imagem Radiológica) |
O fenômeno de retenção de muco do seio maxilar, também conhecido como cisto mucoso benigno do seio maxilar é uma lesão benigna, pode aparecer bilateralmente e é assintomática. Raramente o paciente apresenta desconforto nesta região.
A remoção cirúrgica se faz desnecessária, já que, desaparece com o tempo ou permanece inerte. O tratamento sugerido é a proservação.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Aí, que vergonha!
Logo ao entrar na sala de RX periapical foi dizendo :
"Sou dentista radiologista e já conheço o procedimento."
Escutei isso da minha sala que fica ao lado.
Pois bem, eu também sou dentista radiologista e não saio por aí, principalmente no momento em que sou paciente, contando o que sou, ou quem sou.
A técnica, sem graça, preferiu não se manifestar, mas ao ver a paciente removendo brincos, anéis e relógio, disse :
" Não há necessidade de remoção destes objetos."
A paciente, com cara de espanto indagou :
"Por que não?"
A técnica diz :
"Porque vamos realizar um levantamento periapical, com 14 radiografias periapicais e 4 interproximais, ou seja, radiografias intrabucais."
Fiquei bege! Como todo dentista sabe, nas radiografias periapicais não há necessidade de remoção de brincos, e muito menos de anéis e relógio.
Depois dessa, durante todo o exame a paciente ficou calada, por vezes trêmula, segundo relato da técnica.
Sinceramente meus amigos, humildade em primeiro lugar. Fiquei até pensando que ela não seria dentista. E, pesquisando no site do CRO/PR, constatei que era dentista sim, mas pediu cancelamento da inscrição em 2008.
Aí que vergonha! Podia dormir sem essa, hoje!
terça-feira, 6 de março de 2012
Imagem Radiográfica da Semana (8)
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Taurodontismo
imagens : CIR
O Taurodontismo é uma anomalia de desenvolvimento, onde o formato anatômico dos dentes encontra-se alterado. A câmara pulpar apresenta-se aumentada(ocluso-apical) e a bifurcação das raízes próxima do ápice.
Segundo Gisela et. al. 2005, taurodontismo é um termo originário do latim taurus , condição semelhante a encontrada nos dentes de ruminantes, “dentes de touro”.
É muito comum na dentição permanente, mas pode aparecer na dentição decídua (Amorin 2001) . Os dentes mais afetados são os molares, eventualmente ocorre nos pré-molares. E pode ser uni ou bilateral (CICHON & PACK, 1985).
Muitas são as hipóteses de sua causa : mutação, forma dentária primitiva, caráter recessivo. Pode estar associada à síndromes como a amelogênese imperfeita, Down, displasia ectodérmica, Klinefelter, hiperfosfatasia, entre outras (Neville 2004).
O Taurodontismo não apresenta sintomatologia dolorosa e o exame radiográfico é muito importante, principalmente na Cirurgia e na Endodontia.
A paciente acima, apresenta imagem de aumento da câmara pulpar no sentido ocluso-apical, caracterizando Taurodontismo nos elementos 37, 36 e 46.
No OdontoBLOGia, os queridos Doutores Alex Müller e Frank Botega já falaram sobre este assunto. “Vale a pena radiografar!”
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Ah! O terceiro molar!

O terceiro molar ou popularmente conhecido como: dente do siso, "cisne"," juízo", ou sei lá o que mais o povo inventa por aí, é um dente que exige muita cautela, estudo e preparo para sua extração.
Sua posição na arcada, tamanho de sua coroa, sua relação com o dente vizinho, número e formato de suas raízes e relação das mesmas com o canal mandibular, devem ser verificadas. Portanto, uma radiografia, seja ela periapical ou uma panorâmica deve ser solicitada, antes de mais nada.
Nesta radiografia acima, temos um paciente jovem, com um dente 38 (terceiro molar inferior esquerdo), em posição horizontal, com a coroa voltada para mesial. Suas raízes sugerem relação normal com o canal mandibular, já que observamos os limites do mesmo logo abaixo.
Nos cercarmos de exames complementares, antes de executar um procedimento de exodontia, onde podemos observar certos pontos importantes, nos dá maior segurança. Evitando assim, muito pesadelo com Ah! O terceiro molar!
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Erros no processamento radiográfico
Na rotina do consultório odontológico ou no dia a dia das clínicas de Radiologia odontológica, de vez em quando aparece uma ou outra radiografia que ficou insatisfatória. Uma radiografia muito clara, ou muito escura, manchada, com imagem desfocada, pouco nítida, faltando contraste. E então surge aquela pergunta:“O que aconteceu?” ou “Onde foi que eu errei?”
Acho importante fazer um levantamento para podermos corrigir e tentar evitar certas falhas. Pois assim, haverá menos exposição à radiação para o paciente, sem falar na economia de tempo e material, já que não há repetição. Para isso, procuro anotar tudo num caderno : tempo de exposição, kvp utilizado (no caso das radiografias extrabucais, já que nas intrabucais o aparelho tem kvp fixo), região radiografada, data. Na câmara escura, procuro anotar a data de cada troca de revelador e fixador e a data provável da próxima troca.
Muitas podem ser as causas de uma radiografia insatisfatória, neste post vou abordar os erros no processamento radiográfico :
- mancha amarelada ou marrom : o filme não foi lavado corretamente. No processamento automático a máquina faz a lavagem do filme e já libera a radiografia pronta, sequinha. Mas no processamento manual, devemos fazer duas lavagens, uma intermediária, quando tiramos o filme do revelador e outra final, em água corrente, de preferência (20 minutos).
- pontos brancos : pingou fixador. Cuidado na manipulação dos líquidos de revelação.
- mancha preta : pingou revelador.
- filme escuro : super-revelação, aumento da concentração do revelador, aumento da temperatura do revelador, revelar a película com o papel que o envolve (no caso do filme periapical) , exposição do filme à luz.
- filme claro : sub-revelação, baixa temperatura do revelador, fixador contaminado pelo revelador, revelador oxidado ou saturado, deixar a película radiográfica mais que 24 horas na água.
- riscos e ranhuras : unhas do operador tocando o filme ou contato com outros filmes.
- rachadura : filme colocado em alta temperatura ou soluções de processamento em baixas temperaturas.
- embaçamento (“fog” ou véu ): filme vencido, filme exposto à luz durante o processamento.
Seja numa revelação manual ou numa automática, devemos ficar atentos para esses possíveis erros. E assim evitar repetições.
foto : processadora automática (Revell)
foto : câmara escura portátil
quinta-feira, 5 de março de 2009
Voltando à Radiologia

Passei um ano, ou até um pouco mais sem trabalhar diretamente com paciente. Fiquei fazendo apenas laudos das radiografias na clínica de uma amiga, a Taíla. Até me enveredei por outra área, acreditem! Fiz um curso de instrutora de trânsito para ajudar meu amado Anderson e minha cunhada Nil em seus CFCs (antiga auto escola). Mas, outro dia conto com mais detalhes essa parte....rsrsrs...Desde o dia 16/02/2009 estou numa nova clínica : ORAL NEWS. Estou confiante, animada e sobretudo com muita vontade de trabalhar. O ariano adora desafios!
A Radiologia Odontológica é o que realmente gosto. Muitos amigos dentistas me chamam de " DENTISTA DE DEDO SECO" rsrsrsrs..., só pelo fato de eu não mais clinicar, fazer restaurações, próteses, cirurgia, tratamento endodôntico(o tão temido canal). Amo radiografar, processar o filme, analisar a imagem formada na película radiográfica, fazer o laudo descrevendo cada estrutura, cada dente com suas peculiaridades. Panorâmica, telerradiografias, periapicais, oclusais, ATM (articulação têmporomandibular), carpal, interproximais, esta é a minha praia! Portanto Radiologia aqui estou eu! Voltei! Voltei para ficar!!! (Parece música do Roberto Carlos) rsrsrsrsrs... Radiografando e fazendo laudo!!!!




